Tudo isto

Começou devagarinho,
como uma torneira que goteja esquecida
deixou de ser um som, passou a Ser
só assim.
como uma espécie de Deus…
omnipresente

Perguntaste-me outro dia
se eu sabia o que era Amor
eu disse não sabia,
nada de seja o que fôr

sem saber o que dizia
eu não menti naquela hora
e disse que não sabia
e continuo sem saber agora

Frases sentidas
Luas perdidas
Faces alumiadas

Tanta Alegria
do nascer ao fim do dia
passeios de mão dadas

Amor, ternura
beijos, loucura
abraço apertado

Tudo isto viste
Saudade insiste
Amor calado

Se queres ter o meu amor
e viver comigo lado a lado
não venhas só quando há dor
vem também para o pecado

O meu fado é contigo
só nasci para te ver
e se te vejo não sei o que digo
Mas também não quero saber.

o silêncio interrompia o gotejar com uma periodicidade ensandecente
mas por fim impôs-se nada
e o poeta pôde dormir em paz

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One response to “Tudo isto

Obrigado! Volta sempre que puderes! É bom saber de ti!

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