A luta

É a luta que importa!

Quando somo agredidos, é fácil lutar, temos tendência para ripostar de imediato.

O difícil é conseguir lutar quando o nosso adversário é muito mais forte do que nós, ou porque nos drogou e estamos sem força,
ou porque é tão mais forte do que nós, e os nosso ataques tão débeis, que nem sequer conseguimos chamar-lhe a atenção.

Esses adversários, às vezes têm forma de coisas ou pessoas e aí são só difíceis de combater,
mas quando não têm forma nenhuma, aí é que realmente é muito difícil lutar.
Há ainda um terceiro tipo de adversário, e esse é o único contra o qual não vale a pena sequer lutar – nós próprios. Temos que nos aceitar e depois disso podemos trabalhar connosco, para nos melhorarmos. Isso só é possível se nos conhecermos realmente, sem medos, nem ilusões, nem esperanças, ou vontade. Quando nos conhecermos deste modo, podemos então começar a construir em cima de nós sem medo que nos desmoronemos.
Ainda assim é preciso fazer medições, verificações, e reajustamentos periodicamente, os materiais com que nos construímos antes não são os mesmos de agora, nem os do futuro serão, já para não falar no desgaste, que tem que ser compensado com manutenção cuidada… Uff, uma canseira!

Ti          
Out 2007

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