Diz equilíbrio…
Eu é que sou estranho?!
Só porque continuo a querer-te à distância, e tu achas que alguns milhares de quilómetros são suficientes para minar o nosso amor.
É verdade que fui eu quem nos deixou, mas é verdade também que sou eu que sufoco continuamente desd’esse dia.
Até o teu novo amor já nem é assim tão novo. A principio julguei que seria uma coisa passageira – temos sempre tendência a ver o mundo pelos nossos próprios olhos -. No meu mundo não há espaço senão para ti.
O trabalho a princípio correu melhor, porque era o meu refúgio, mas a pouco e pouco a força que tinha foi-se desvanecendo e agora sou obsoleto. Foi por tua causa e por causa do teu amor que me tornei uma vedeta na minha profissão e foi por ela que te deixei.
Agora, sem ti, não sirvo, de brilhante passei a dispensável e volto sem ambos.
Desejo-te felicidade, mas o meu desejo deseja-te.
Terça-feira, 8 Dezembro 2009 às 12:22
O amor tem razões que a própria razão desconhece….
Terça-feira, 8 Dezembro 2009 às 20:34
O processo de aprendizagem de nos libertarmos do apego, às coisas ou pessoas, é uma das lições mais importantes que a vida nos apresenta como proposta. E à medida que nos vamos libertando de alguma da bagagem que acumulamos, e consoante o tempo vai passando, a transformação vai ocorrendo e neste processo novas oportunidades surgem para que o Amor aconteça.
Quinta-feira, 10 Dezembro 2009 às 09:00
Sábias palavras Antchan…